
Alejandro González Iñárritu tem, perante mim, muito crédito.
É por ter tanto crédito que estas palavras não me demoveram. Vieram até reforçar a vontade, e deixar para outro dia a também obrigatória visualização de Hereafter.
E Iñárritu reforçou o crédito, continuando, ao 4º filme, a deliciar-me com cada plano. Mesmo sem Arriaga, que decidiu voar a solo (não que seja mau The Burning Plain) e não devia.
Biutiful é muito mais do que o enorme Javier Bardem, e é também muito mais do que tão só o primeiro filme não-mosaico de Iñárritu.
É uma história simples, linear, que toca fundo e que, na escuridão da sua Barcelona, nos remete para os nossos próprios becos e atalhos.
É cinema bom, de que já tinha saudades, e é uma pena que 145 minutos passem tão rápido.
Bella!
É por ter tanto crédito que estas palavras não me demoveram. Vieram até reforçar a vontade, e deixar para outro dia a também obrigatória visualização de Hereafter.
E Iñárritu reforçou o crédito, continuando, ao 4º filme, a deliciar-me com cada plano. Mesmo sem Arriaga, que decidiu voar a solo (não que seja mau The Burning Plain) e não devia.
Biutiful é muito mais do que o enorme Javier Bardem, e é também muito mais do que tão só o primeiro filme não-mosaico de Iñárritu.
É uma história simples, linear, que toca fundo e que, na escuridão da sua Barcelona, nos remete para os nossos próprios becos e atalhos.
É cinema bom, de que já tinha saudades, e é uma pena que 145 minutos passem tão rápido.
Bella!

1 Reviews:
Agora ainda fiquei com mais curiosidade de ver. O Hereafter vi ontem e deixou muito a desejar. :-(
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